Não sei se a imprensa acha que os leitores são retardados ou se os próprios jornalistas que escrevem/criam essas besteiras o são. Há quem acredite em vida após a morte, mas isso não significa que as frases precisem ser tão literais assim. Veja uns exemplos que andei encontrando por aí:
** Se estivesse vivo, Fulano teria hoje 65 anos.
Óbvio! Depois de morto é que ele não faria aniversário, né? Não seria muito mais prático dizer apenas que Fulano, que todo mundo sabe que já morreu, teria hoje 65 anos e pronto?
** Antes de morrer, Sicrana concedeu longa entrevista ao jornal X (...)
Mas é lógico que foi antes de morrer! A não ser que as redações agora tenham repórteres com poderes mediúnicos, acho difícil alguém conceder entrevista diretamente do além.
** Título de livro: 1001 lugares para conhecer antes de morrer.
Claro, porque depois fica difícil.
Dá pra agüentar?!