O complicado é quando o tatuador apreendeu a desenhar assistindo os programas do Daniel Azulay (tá, você não sabe quem é o Azulay, põe no Google), e achou que tinha o dom. Uma vez eu conheci uma menina,nos tempos do metal,que tinha um troço tatuado na batata da perna. Eu achava que era uma doença de pele. Depois, vi que a micose amarela dela tinha olhos e o que me parecia um bico. Desconfiada e um tanto quanto assustada, perguntei do que se tratava "É o Piu-Piu!" disse ela toda alegre. "O Piu Piu que caiu em um tonel de ácido" pensei.
E a Vivi, nossa "quérida" mulher-bunda, quis virar uma página da vida. Quis marcar sua pele com algo que tivesse significado para ela. Algo com o qual ela se identifica:

Um Fofão Transformista.
Hã?

"Pôxa, valeu amiguinha, vai ganhar um Bombom do Fofão, é da Diziolli!'