sexta-feira, junho 13, 2008

Há razões para ser feliz. Milhares.


Porque tenho dois braços e duas pernas.
Porque escuto, falo, sinto o gosto e o cheiro das coisas e porque, bem ou mal, com o auxílio da tecnologia, enxergo bem.
Essas seriam, sozinhas, razões suficientes para ser e estar feliz.
Mas há muito, muito mais.
Tenho uma família.
Uma casa pra onde posso voltar mesmo que tudo dê errado.
Tenho um coração bom.
Uma alma leve.
Uma aura clara.
Um corpo são.
Uma mente sã (apesar de certos surtos de insanidade).
E uma memória de elefante (para nunca esquecer os momentos felizes).
Tenho amigos. Poucos, é verdade. Mas bons.
Pessoas com quem eu gosto de conversar. Com quem eu gosto de rir. De sair pra comer sushi ou tomar um sorvete. E para quem eu posso ligar no meio da noite(apesar de nunca ligar!).
Não tenho inimigos. Uns poucos recalcados, talvez. Mas nenhum ressentimento sério que possa pesar sobre mim.
Tenho bons livros. Bons CDs.
Tenho bom-humor. Consigo rir de mim mesma. E ver o lado cômico das situações trágicas.
Tenho uma certa inteligência. E a esperança de ela me colocará no lugar certo. Na hora certa.
Tenho um blog no qual posso escrever minhas bobagens diárias e externar meus over pensamentos.
E, não fosse por essas, há razões outras.
Há Passatempo recheado
O beijo de boa-noite nos meus.
O Neston de todo dia.
Meu dois gatos.

Meus incensos de canela e morango.

Há o trident canela.
O halls de cereja.
O capuccino gelado.
E o Nando Reis cantando no rádio.
O fim de tarde.
O pôr-do-sol.
Dvd de FRIENDS

A lua cheia.
A tulipa vermelha
A Europa.
O México.
O Egito.
O Rio de Janeiro.
Maceió.
Marrocos.
A Pepsi Twist Light
Há as histórias que vivi. As que vivo agora. E as que viverei daqui a pouco. Ou daqui a muito.
Há a vida que foi.
A vida que é.
A vida que será.
E há a borboleta azul que me diz diariamente: Imagine as possibilidades da vida...